DIAMANTE NEGRO
 

 

A Função da Dor

 

“Mas se padece como cristão, não se envergonhe, antes glorifique a Deus nesta parte.” – Pedro  (I Pedro, 4: 16)

 

            Deus ama a todos os Seus filhos igualmente, mas, é justamente por amar, que Ele permite a dor para que a evolução se realize.

            A dor traz despertamento interior, levando o ser, em qualquer estágio evolutivo em que se encontre, a buscar corrigir em si próprio aquilo que precisa ser melhorado.

            Ninguém veio a este mundo para sofrer. Contudo, se passas por momentos dolorosos ou se tens uma existência repleta de dificuldades ou de aflições, naturalmente é por resultado da tua própria imperfeição.

            Deus, na Sua Onipotência e Onisciência, jamais condenaria um filho Seu ao sofrimento, apenas com o intuito de puni-lo. Ninguém em sã consciência, castigaria uma criança por ainda não saber agir como um adulto. Cada um a seu tempo e do modo que puder, conseguirá aos poucos, renovar-se para melhor e vencer as próprias fraquezas, inseguranças e outras imperfeições.

            A dor é o santo remédio que o Pai da Vida, por Sua Misericórdia, a todos nós oferece para que tenhamos “olhos de ver” e “ouvidos de ouvir”, diante das situações da vida que nos impulsionem a uma renovação de atitudes e, conseqüentemente, a um crescimento interior.

            A evolução do espírito se faz de lutas, de esforço constante, de superação das dificuldades, mas também de aquisição de virtudes, a fim de que se consiga transformar em bem, o que estaria sendo um mal dentro de nós mesmos.

            Não te atormentes pois, filho querido, se a vida hoje para ti se faz tão difícil! Seca as tuas lágrimas, apazigua o teu coração, reveste-te de paciência e coragem e, buscando dentro de ti mesmo uma vontade imensa de crescer, encontrarás a humildade suficiente para tudo saberes aceitar e suportar sem revolta, mas confiante de que tudo são nuvens passageiras em tua vida. Reconhecerás, com certeza, que a dor que hoje possas estar atravessando, são ensinamentos preciosos que te proporcionarão uma vida futura melhor.

            Algo certamente, ainda precisas aprender. Analisa a ti mesmo e perceberás o que em ti precisa ser modificado. E, acima de tudo reconhecerás que a função maior da dor, é a de ensinar-nos a amar.

 Irmã Maria do Rosário – médium: Lucia Cominatto


 



Escrito por MOURA FÉ às 20h34
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ALEGRIA DE VIVER

 

“Mas a vossa tristeza se converterá em alegria.” – Jesus (João, 16:20)

 

            Diante da vida que transcorre, procura encontrar alegria de viver, apesar de todos os percalços que venhas a enfrentar.

            Nasceste no meio familiar adequado aos teus reajustes interiores, tens um corpo físico propício às exigências da tua alma, a posição social e financeira condizentes ao que tu mesmo escolheste para o teu aprimoramento interior. Não te revoltes, pois, se a vida com que sonhas não te satisfaz plenamente.

            Contudo, embora as dificuldades e atritos a enfrentar, ama a vida ainda assim.

            Aprende a estender o teu olhar mais além, abarcando a vida daqueles outros irmãos, que passam por duras e dolorosas provações. Sentirás os teus problemas pequeninos e amenizados, para não mais te entregares a nenhuma queixa.

            Olha ao teu redor, vê aqueles que estão mais perto de ti e verifica as necessidades de cada um, as carências que podes suprir com a tua compreensão, com o teu carinho e o teu amor.

            Observa a própria Natureza em seu esplendor e saberás encontrar alegria em cada raio de sol, em cada brisa que sentes afagar tua pele, em cada flor que oferece o seu delicado  perfume. Apura os teus ouvidos e perceberás os sons que ela transmite pelo cantar dos passarinhos, pelo rumorejar das correntezas, pelo barulho das cachoeiras, pelo cricrilar dos grilos, pela sinfonia das cigarras... Tudo é beleza e alegria, a te encantar os sentidos!

            Observa o movimento ensurdecedor das metrópoles: as buzinas, o apito das locomotivas, a sirene das fábricas, as vozes humanas, o riso alegre de crianças a brincar, a algazarra de estudantes ao finalizar das aulas, os sons estridentes a surgir por toda parte... e poderás compreender que tudo representa manifestação de progresso, pois tudo é vida.

            Onde estiveres situado, na cidade ou no campo, no trabalho ou no aconchego do lar, eleva o teu pensamento a Deus e ora, por tudo agradecendo, pelo que tens e pelo que és. Conseguirás assim, filho querido, encontrar na própria vida que desfrutas, alegria de viver!

 Irmã Maria do Rosário – Médium: Lucia Cominatto




Escrito por MOURA FÉ às 20h33
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A morte não existe

Não permita que o medo da morte estrague o restante de seus dias sobre a terra, pois verdadeiramente a morte não existe. Morrer não é o fim. A morte significa apenas mudança de plano de vida. Monteiro Lobato dizia: "quando morremos passamos do estado sólido para o gasoso, mas continuamos a ser os mesmos."
A nossa essência é espiritual. Com a morte, abandonamos o corpo físico, mas o espírito continua sua jornada evolutiva em outra dimensão.
Morrer é fatalidade que nos aguarda e devemos esperar a morte com serenidade e confiança, pois ela é degrau para a ascensão espiritual de todos nós.
Depois da morte, continuaremos a ser o que já somos. A morte não nos fará nem melhores, nem piores do que realmente somos.
Portanto, procure ser agora antes da morte, aquilo que deseja continuar sendo depois dela.
Jesus deu-nos provas de que a vida continua depois da morte ao aparecer para seus discípulos, após a crucificação por inúmeras vezes.
Os espíritos dos chamados mortos, continuam em todos os quadrantes de nosso orbe, demonstrando que realmente não morreram mas sim partiram mais cedo do que nós. Aparecem aos vivos, mandam mensagens escritas, aparecem em nossos sonhos, falam aos nossos ouvidos testemunhando a continuidade da vida após a morte. Vários médicos, fizeram relatos de pacientes que passaram pela experiência de quase morte, que aparentemente tinham morrido, mas instantes depois, voltaram ao corpo com depoimentos sobre o outro lado da vida.
Viva como espíritos eternos e afaste definitivamente a idéia de que a morte é o fim, e nada tema porque sabemos que continuamos vivos para sempre.
A dor é transitória, a doença também. Tudo está em processo de transformação.
Ninguém morre. A vida eterna já está sendo vivida por nós, porque a morte não existe.

 

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Escrito por MOURA FÉ às 20h32
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Quando menos esperamos

Por maiores que forem suas dificuldades e provações, mantenha-se calmo e sereno. Confie em Deus que não desampara nenhum de seus filhos. Nenhuma dor é eterna e, tudo, mais cedo ou mais tarde, passará. Nosso sofrimento começa a desaparecer quando começamos a entender o significado da dor.
O estado de rebeldia e contrariedade em relação ao sofrimento agrava nossas dores. Aceite tudo que lhe acontecer como vindo a seu favor e entenda que ninguém sofre sem motivo.
Deus é nosso Pai sábio e amoroso e jamais nos enviará fardos mais pesados que nossa capacidade de suportá-los.
A compreensão de que nada de mal nos acontece produz segurança interior.
Tenha compreensão e paciência diante das dificuldades surgidas.
André Luiz nos alerta dizendo:
"a paciência em verdade é perseverar na edificação do bem a despeito das arremetidas do mal e prosseguir corajosamente cooperando com ela e junto dela, quando nos seja mais fácil desistir".
Prossiga lutando por tudo aquilo que considera justo, honesto, verdadeiro e confie que as tormentas passarão.
Jamais recue diante das dificuldades, pois elas são colocadas em nosso caminho para testar nossa capacidade de superação. Se o momento nos exige paciência, lembre-se de que Deus é paciência infinita.
Quando menos esperar as dores e dificuldades haverão passado, pois em um minuto apenas a tormenta acalma, a dor passa, o auxílio vem, o amor parte, o ausente chega e a vida muda.


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Escrito por MOURA FÉ às 20h29
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Atire a Primeira Pedra

A tendência do homem é acusar e condenar os outros ao invés de olhar para seus próprios defeitos. É colocar-se numa atitude de superioridade e do alto de seu orgulho, apontar pecados alheios e pedir para eles a sentença da condenação. Ouve-se por aí: os outros estão errados, nós é que estamos certos.
Quem somos nós para julgar os outros? Para apedrejá-los com nossas acusações descaridosas? Deixemos à Deus o julgamento e aprendamos do próprio exemplo de Jesus a condenar o pecado e salvar o pecador.
Quanto mais evoluído é um espírito, tanto maior é sua capacidade de perdoar. Quando perdoamos e amamos somos envolvidos pelo amor, quando não perdoamos e odiamos, somos envolvidos pelo ódio. É uma lei imutável. Se semearmos perdão, colheremos tolerância.
Reprovar infelizmente é a ação que mais praticamos. Condenar, torna-se mais fácil que ser solidário. Aceitar o erro como um possível caminho para o acerto é muito difícil, no tribunal injusto de nossa personalidade egoísta. Nossa tendência é sempre ver o erro nos outros e nunca em nós mesmos. Ao invés de acusar, deveríamos estar prontos para entender a fraqueza de nosso semelhante, pois também, nós muito erramos. Conforme o próprio Cristo afirmou: "Quem tiver sem pecado, que atire a primeira pedra" (Jo 8:7)

 

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Escrito por MOURA FÉ às 20h26
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Mania de controlar tudo é doença

ANETE L. BLEFARI (PARA FOLHAS DO CAMINHO)


O que é a co-dependência? É a necessidade imperiosa de controlar coisas, pessoas, circunstâncias e comportamentos, na expectativa de controlar suas próprias emoções. Co-dependência é uma doença emocional que foi diagnosticada nos Estados Unidos por volta das décadas de 1970 e 1980 em uma clínica para dependentes químicos, por intermédio do atendimento a seus familiares. Porém, com os avanços dos estudos das causas e dos sintomas, que são vários, chegou-se à conclusão de que esta doença atinge não apenas os familiares dos dependentes químicos, mas um grande número de pessoas, cujo comportamento e reação perante a vida é um meio de sobrevivência.
Os co-dependentes são aqueles que vivem em função dos outros, fazendo destes a razão de sua felicidade e bem-estar. São pessoas que têm baixa auto-estima e intenso sentimento de culpa. Vivem tentando ajudar outras pessoas, esquecendo, na maior parte do tempo, de viver a própria vida, entre outras atitudes de auto-anulação. O que vai caracterizar o doente é o grau de negligenciamento de sua própria vida em função do outro e de comportamentos insanos.
A co-dependência também pode ser fatal, causando morte por depressão, suicídio, assassinato, câncer e outros. Embora não haja nas certidões de óbito o termo co-dependência, muitas vezes ela é o agente desencadeante de doenças muito sérias.
Sintomas – 1) O co-dependente desenvolve a fantasia de que é ele que tem de suprir a necessidade do outro, esquecendo-se totalmente de si mesmo (dedica-se a reuniões no escritório, congressos, jantares, prática de esportes, festas, encontros sociais, estudos), procurando o conforto do distanciamento dos próprios conflitos interiores; 2) O co-dependente acredita que sua felicidade depende do comportamento do outro; 3) Esquematiza, manipula e controla a outra pessoa na expectativa de modificá-la segundo sua imagem e semelhança; 4) Como isso nunca será alcançado, por mais que se esforce, ficará desencorajado, zangado e deprimido porque fracassou; 5) Todo co-dependente é indireto, ou seja, não fala o que sente, e deseja desesperadamente que os outros adivinhem tais sentimentos e desejos, e fica ressentido quando eles não atendem suas expectativas. O co-dependente não diz o que deseja dizer, e nem deseja dizer o que diz.
Cura – Como reverter esse quadro? Algumas sugestões: adotando-se comportamentos mais saudáveis; o primeiro passo em direção à mudança é tomar consciência e aceitar o problema; comece a amar a si mesmo; permita-se pensar e tomar decisões; viva sua própria vida; alegre-se; sinta indignação – a indignação do co-dependente aperta os botões da culpa na pessoa problema; desenvolva confiança em si mesmo; estabeleça limites bem claros; defina alvos bem claros; desenvolva a assertividade.

ANETE L. BLEFARI escreve para o jornal “Folhas do Caminho”, publicação do Centro Espírita a Caminho da Luz (Av. Sapopemba, 648 – Bairro da Água Rasa – São Paulo – SP, CEP 03345-000).

 




Escrito por MOURA FÉ às 21h00
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APRENDA A CALAR...



            Há muita necessidade de silêncio nos dias atuais...
            As pessoas ansiosas por se fazer ouvir, falam cada vez mais alto, como se isso bastasse para que os outros as escutassem.
            Em restaurantes, shoppings, filas, salas de espera, salões de beleza, aeroportos, se ouvem os falatórios. E para aumentar o ruído, em alguns lugares tem um som ambiente mais alto ainda...
            E quando não se tem alguém para falar, o celular serve. A pessoa faz uma ligação e se esquece de que está dividindo o ambiente com outros indivíduos que não estão interessados no seu assunto.
            É impressionante como as pessoas falam muito, e falam alto...
            Além de ser um grande desrespeito aos ouvidos alheios, essa gritaria torna impossível um diálogo entre pessoas de voz moderada, nesses ambientes comuns.
            Mas não é só a falta de silêncio exterior que assola muitas pessoas hoje em dia. É também a falta de silêncio interior.
            Poucos indivíduos ouvem a própria voz e analisam seus pensamentos antes de exteriorizá-los.
            O hábito de meditar antes de expor uma opinião ou um julgamento, é muito pouco cultivado em nossa sociedade.
            E isso tem sido motivo de desarmonia e intrigas, de mal-entendidos e hostilidades.
            Saber calar, saber ouvir, ser senhor de suas palavras e de seus sentimentos é um desafio que merece ser pensado.
            Talvez foi por ter percebido essa necessidade em nosso meio, que um Espírito amigo nos trouxe a seguinte mensagem:

            Aprenda a silenciar a palavra que sai gritada de seus lábios, ferindo a sensibilidade alheia e lhe deixando à mercê das companhias inferiores.

            Aprenda a calar...

            Aprenda a silenciar a palavra suave, mas cheia de ironia que sai de sua boca ridicularizando, humilhando a quem se dirige e que lhe intoxica, provocando a dor de estômago, as náuseas ou a enxaqueca.

            Aprenda a calar...

            Aprenda a silenciar o murmúrio que sai entre dentes, destilando raiva e rancor e atingindo o alvo, que fere como punhal ao tempo em que lhe fragiliza a ponto de não se reconhecer, de se assustar consigo mesmo.

            Aprenda a calar...

            Aprenda a calar o pensamento cruel que lhe passa na mente e que, por invigilância, se detém nele mais do que deveria. Você se assustaria se pudesse ver sua máscara espiritual distorcida.

            Aprenda a calar...

            Aprenda a calar o julgamento que extrapola o que vê e o que sabe, levando-o a conjeturar sobre o outro, o que não sabe e não viu, plasmando idéias infelizes que são aproveitadas pelos opositores daquele que é julgado.

            Aprenda a calar...

            Aprenda a calar todo e qualquer sentimento indigno, zelando pelas nascentes do seu coração, para que não macule e não seja maculado.
            Aprenda a vigiar os sentimentos para que cada dia, mais atento e vigilante, saia da esfera mesquinha a que se aprisiona voluntariamente, e possa alçar vôos mais altos e sublimes.

            Aprenda a calar...    

            E, enquanto não consegue deixar de gritar, falar, murmurar, pensar cruelmente e julgar, insista em orar nesses momentos. Nem que as frases lhe pareçam desconexas e vazias de sentimento.
            Insista na oração até que, um dia, orará não com palavras nem pensamentos, mas todo você será sentimento, amor, amor puro e verdadeiro em ação, dinâmico, envolvendo os outros e a si mesmo, verdadeiro discípulo que conseguirá ser.

            Aprenda, definitivamente, a calar!

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Stephano psicografada por Marie-Chantal Dufour Eisenbach, na Sociedade Espírita Renovação, em 14/03/2005.

www.momento.com.br | suporte@momento.com.br



Escrito por MOURA FÉ às 18h09
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 IRONIA
 
Muitas as formas de destruir.
Fácil a tarefa de desagregar.
Rápida a aplicação dos métodos anárquicos e demolidores.
O cristão, todavia, está convocado para o ministério enobrecido de edificar o bem em toda a parte, consolidando as possibilidades de serviço relevante, como passo inicial para a elaboração de melhores dias.
Se este ajuda, mas se equivoca - desculpa e encoraja-o.
Se esse serve, porém perturba - compreende e anima-o.
Nem todos dispõem de possibilidade para produzir com esmero ou acertar com segurança.
Em qualquer situação, cabe-te o dever de ser leal e sincero, gentil e sereno, capaz de orientar sem desacreditar e erguer sem humilhar.
Ironizar é técnica infeliz de destruir.
Se não te convém arrostar as consequências do gesto de censura, reproche ou advertência, silencia a ironia que fere e envenena.
Diante das coisas elevadas resguarda-te do sarcasmo, da zombaria, da hábil e torpe ironia. Ela te conduzirá ao descrédito, enquanto supões desacreditar quem ou o que ridicularizas.
Há tempo e situação para tudo.
Reserva, portanto, às questões do Espírito as melhores horas e situações, evitando avinagrar, denegrir este ou aquele companheiro, já infeliz em si mesmo, que se não fará melhor em face do azedume que destiles.
Constrói o amor e o amor te dirá que, enquanto zombas, de ti zombam, mas se amas, a ti também amam os irmãos necessitados e ignorantes que encontrarão amparo e segurança em ti.
 
(Do livro Celeiro de Bençãos, cap. 26, psicografado por Divaldo Franco.)
 
 
Mensagem enviada por Maria do Socorro Moura do Centro Espirita "Jesus o Salvador" Feira de Santana-BA.

 


Escrito por MOURA FÉ às 22h39
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SER ESPÍRITA

Jorge Hessen/DF

Toda convicção regiliosa é importante, todavia, se buscamos a Doutrina Espírita, não podemos negar-lhe fidelidade.(1) Por inúmeras razões precisamos preservar a incoluminidade doutrinária. Até porque, ante as funções educativas das crenças religiosas, em geral, explica Emmanuel: só a Doutrina Espírita permite-nos o livre exame, com o sentimento livre de compressões dogmáticas, para que a fé contemple a razão, face a face.(2) Se as religiões "preparam" as almas para punições e recompensas no além-túmulo, só o conceitos kardecianos elucidam que todos colheremos conforme a plantação que tenhamos lançado à vida, sem qualquer privilégio na Justiça Divina.

A Doutrina codificada por Allan Kardec nos oferece a chave precisa para a verdadeira interpretação do Evangelho. Por representar em si mesmo a liberdade e o entendimento. Há quem interprete seja a Terceira Revelação obrigada a miscigenar-se com todas as peripécias aventureiras e com todos os exotismos religiosos, sob pena de fugir aos impositivos da fraternidade que veicula. Mas temos que acautelar-nos sobre esse lisonjeiro ecletismo, buscando dignificar a Doutrina que nos consola e liberta, vigiando-lhe a pureza e a simplicidade (3) para que não colaboremos, sub-repticiamente, nos vícios da ignorância e nos crimes do pensamento. [grifei]

O legado da tolerância não se pode transfigurar na omissão da obrigatória advertência verbal ante às enxertias conceituais e práticas anômalas que alguns confrades intentam impor nas hostes do movimento doutrinário.

Inobstante repelir as atitudes extremas não devemos abrir mão da vigilância exigida pela pureza dos postulados espíritas e não hesitemos, quando a situação se impõe, no alerta sobre a fidelidade que devemos a Kardec e a Jesus.

É importante não esquecermos que nas pequeninas concessões vamos descaracterizando o projeto da Terceira Revelação. É óbvio que a luta pela pureza e simplicidade doutrinária sem vivê-la é consolidar focos de perturbação, impondo normas para os outros, despreocupados da própria vigília.

Destarte, para evitarmos determinadas práticas perfeitamente dispensáveis em nome do Espiritismo, entendamos que prática de fidelidade aos preceitos kardecianos é processo de aprendizagem com responsabilidade nas bases da dignidade cristã, sem quaisquer laivos de fanatismo, tendente a impossibilitar discussão sadia em torno de questões controversas , porém não olvidemos que Espírita deve ser o nosso caráter, ainda mesmo nos sintamos em reajuste, depois da queda. Espírita deve ser a nossa conduta, ainda mesmo que estejamos em duras experiências. Espírita deve ser o nome do nosso nome, ainda mesmo respiremos em aflitivos combates conosco mesmo. Espírita deve ser o claro adjetivo de nossa instituição, ainda mesmo que, por isso, nos faltem as passageiras subvenções e honrarias terrestres.(4)

E, ainda, Emmanuel admoesta: Doutrina Espírita quer dizer Doutrina do Cristo. E a Doutrina do Cristo é a doutrina do aperfeiçoamento moral em todos os mundos. Guarda-a, pois, na existência, como sendo a tua responsabilidade mais alta, porque dia virá em que serás naturalmente convidado a prestar-lhe contas.

Notas:

1 - Xavier, Francisco Cândido. Religião dos Espíritos, ditado pelo Espírito Emmanuel, RJ:Ed. FEB, 2003

 

fonte;http://www.espiritismogi.com.br/




Escrito por MOURA FÉ às 21h26
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Para ouvir e refletir

  1. A metamorfose  

  2. A nota da esperança  

  3. A paz  

  4. Amor sem ilusão

  5. Apesar dos limites

  6. A Chuva

  7. A dor do abandono  

  8. As aparências enganam  

  9. Após a tempestade

  10. Almas enamoradas  

  11. As duas faces

  12. A fé  

  13. A lição da carpintaria  

  14. A magia do amor  

  15. Almas enamoradas

  16. As leis

  17. Atitude no lar

  18. Atitudes de hoje

  19. Aborto não realizado  

  20. A dor em nossas vidas

  21. Autonomia nas ações 

  22. A canção do amor

  23. Ambição e ética

  24. Aborto não realizado

  25. Apesar dos limites

  26. A culpa

  27. A procura

  28. Boa Vontade

  29. Bendita pátria

  30. Brinquedo é coisa séria

fonte:http://www.espiritismogi.com.br/




Escrito por MOURA FÉ às 21h20
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